EQUIPE VOCACIONAL PAROQUIAL

A Equipe Vocacional Paroquial é:
Um grupo de pessoas que trabalham na comunidade eclesial;
* Em profunda sintonia com a Igreja particular;
* Para: - auxiliar no surgimento;
- dar acompanhamento;
- facilitar a orientação das vocações leigas, ao ministério ordenado, à vida consagrada e missionárias;
- dando particular atenção às vocações de especial consagração.

A Equipe Vocacional Paroquial existe para:
Conscientizar a comunidade sobre as vocações e os ministérios;
- Descobrir as vocações que há na comunidade;
- Chamar os(as) vocacionados(as);
- Acompanhar os(as) vocacionados(as);
- Encaminhar os(as) vocacionados(as).

Alguns pré-requisitos de uma EVP:
Normalmente se pensa, quanto ao funcionamento de uma equipe, no que ela vai fazer, portanto, nas atividades e funções a desempenhar. Mas a primeira pergunta que sempre deve ser feita é: aonde queremos chegar com nosso trabalho? Que objetivo queremos atingir?
É como se fôssemos realizar uma viagem. A primeira preocupação não é o caminho por onde passar, mas saber onde se quer chegar. Tendo isso bem definido, as outras questões ficam mais fáceis de serem resolvidas.
A primeira grande tarefa da equipe, na sua organização interna, é escolher, definir, determinar o objetivo do seu trabalho.

Elementos para a boa organização e bom funcionamento de uma EVP:
Ter representantes dos jovens, da família, da catequese e da liturgia porque são ambientes privilegiados do SAV.
• Contar com a participação do sacerdote, consagrados(as) e leigos(as) porque, para um verdadeiro discernimento vocacional, é muito importante o testemunho das vocações específicas.
• Ter coordenação composta pelo coordenador e vice, secretário(a) (1º e 2º) e pelo tesoureiro(a) (1º e 2º).
• Manter laço de amizade e unidade:
a) com o Pároco e o Vigário Paroquial;
b) com o Conselho de Pastoral Paroquial;
c) com a Equipe Diocesana de Vocações.

Cada pessoa da Equipe tenha claro:
* Os objetivos do trabalho a desenvolver;
* As funções de cada membro da Equipe;
* O modo como vão trabalhar;
* Os campos de ação das pessoas e do grupo: catequese, coroinhas, pastoral juvenil, pastoral familiar, escolas, etc.
* Os deveres e compromissos de cada pessoa e de toda equipe.

Dinâmica interna de uma EVP:
Þ Ter um livro de Atas;
Þ Ter um Livro-Caixa para o registro do movimento financeiro e para a prestação de contas à comunidade.
Þ Planejar ou programar as atividades do ano, buscando sempre responder aos seguintes critérios: O que vai fazer? Por quê? Como? Quando? Onde? Quem vai fazer?
O segredo de uma EVP está no: PLANEJAR – REALIZAR - REVER
Þ Realizar reuniões periódicas (mensais ou quinzenais) para:
a) Rezar e estudar;
b) Rever e avaliar o mês que passou;
c) Prever e planejar as atividades seguintes.
“Planeje seu trabalho e trabalhe o seu plano”.
Þ Elaborar o relatório anual.

PRINCÍPIOS GERAIS PARA UMA EVP:
1. Não vale mais hoje, nem o recrutamento, nem a competitividade, nem a manipulação do candidato – PRINCÍPIO DE PASTORAL.
2. A orientação vocacional só acontece mediante a presença, o contato, o encontro – PRINCÍPIO DA ENCARNAÇÃO.
3. Só quem vive os valores do Reino pode chamar para seu serviço – PRINCÍPIO DO TESTEMUNHO.
4. Todos crescemos em nossa resposta, durante toda a vida – PRINCÍPIO DO DINAMISMO DA VOCAÇÃO.

Espiritualidade da EVP:
1. É como uma chama acesa que indica:
* Sinal de vida e de presença de alguém;
* Sinal de motivo para o ser e o agir;
* Sinal de comunidade de fé viva.
2. A dinâmica e a fecundadidade da EVP se mede pelo nível de espiritualidade de seus membros.
3. Sem espiritualidade as pessoas se indispõem com as outras e procuram interesses pessoais; o grupo perde o sentido de agir, desanima, se divide, não é eficaz, acaba.
4. O sustento da vida espiritual é a oração assídua, a vida sacramental, a Palavra de Deus, ter Jesus como modelo, ter visão e vida eclesial.
5. A EVP precisa de retiros, momentos de oração e de escuta do Senhor.
6. A leitura espiritual, individual ou comentada em grupo, muito ajuda os membros da EVP a manterem a espiritualidade viva.

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